Category Archives: Técnicas de narração

Construção de um butai em cartão canelado

Para construir um butai em cartão canelado. recomenda-se a utilização de cartão bem forte, com cerca de 1 cm de espessura. Para os ligamentos e acabamentos, será necessário papel de embrulho forte e papel Craft. Continuar a ler

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Oficina de teatros de papel em S. Pedro de Moel

Carlos Alberto Silva orientou, no dia 29 de Julho de 2016, uma oficina de teatros de papel para crianças. Integrada nas Oficinas de Verão do programa “Gentes e Lugares da Cidade – Olhares com Arte”, esta actividade foi promovida pela Associação Casa d’Árvore, da Marinha Grande.

O animador começou por apresentar alguns exemplos de histórias em teatros de papel construídos por si, lançando o desafio ao grupo de crianças para escolherem uma história a seu gosto. A história escolhida foi o «Capuchinho Vermelho». Agora, era tempo de meter mãos à obra. Analisou-se a história, fazendo-se o levantamento dos personagens e dos momentos e espaços da acção. Distribuíram-se tarefas: quem construiria e manipularia cada personagem, quem trataria dos cenários… Continuar a ler

Construção de um teatro de papel a partir de uma caixa de cartão canelado

A primeira coisa a providenciar é uma caixa de cartão canelado. A que foi usada neste tutorial tem 40 cm de frente, 23 cm de fundo e 33 cm de altura. Serviu para acomodar embalagens de lexívia doméstica. Este formato é adequado para cenários em tamanho A4. Os restantes materiais são: régua, lápis, x-ato, tesoura, cola de contacto, tinta de água de cor preta, trincha de pintura, cola branca para madeira e uma cartolina de fantasia. As barras de suporte para os cenários são “paus de espetada” com 40 cm de comprimento. Continuar a ler

Acção sobre «técnicas de narração oral» acreditada pelo CCPFC

Foi recentemente acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, por proposta do Centro de Formação «Rede de Cooperação e Aprendizagem» (Batalha), a oficina de formação «Técnicas de narração oral e animação da leitura» (com o registo nº CCPFC/ACC-80858/15), a ministrar por Carlos Alberto Silva.

O plano da acção é o seguinte:

Modalidade / Duração
Oficina de Formação. Sessões presenciais: 13 horas (sendo 6 à distância); trabalho autónomo: 13 horas (1 crédito)

Destinatários
Professores bibliotecários, educadores de infância, professores dos ensinos Básico e Secundário.

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Dispositivo de fusão entre o teatro de papel e o kamishibai

Após várias experiências, acabei por conceber este dispositivo de narração / apresentação de histórias, que reúne características do teatro de papel e do kamishibai (em formato A3). Pode ser usado com ambas as funcionalidades, separadas ou em simultâneo. é composto por dois módulos, um horizontal (palco) e outro vertical (kamishibai).

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O teatro de papel

Os Teatros de Papel tornaram-se, a partir do século XVIII, numa das brincadeiras preferidas das crianças que o podiam fazer (estamos numa época em que brincar e jogar são privilégio quase exclusivo das classes sociais mais abastadas).
Estes teatros, impressos em papel e destinados a serem recortados e montados em cartão, ou então adquiridos já completos, depois instalados em pequenas estruturas de madeira criadas para esse efeito, para além do grande valor e interesse artístico, reproduzem na perfeição como eram os teatros propriamente ditos dando, por isso, informação precisa sobre a cenografia, os trajos de cena, a decoração teatral e o próprio ambiente da época a que se reportam.
Existiam mesmo revistas especializadas nestas publicações, que periodicamente editavam novos cenários e novas personagens, aumentando assim o reportório destes teatros de brincar. Neles se antecedia ou prolongava, em jeito de brincadeira que envolvia a imaginação de toda a família, as excitantes idas ao teatro, verdadeiro acontecimento social e onde, dos amores trocados ou proibidos à intriga social e política, tudo se passava, muito para além do próprio espectáculo.
FONTE: Museu Nacional do Teatro

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O kamishibai: uma arte japonesa de contar histórias

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O «kamishibai» é um dispositivo inventado no Japão para contar histórias com imagens. O termo significa literalmente «teatro de papel».
É constituído por uma estrutura em madeira, chamada «butai», dentro da qual correm folhas de cartão com as ilustrações da história, na frente, e o texto correspondente, no verso.
Vulgarmente, aponta-se como origem do «kamishibai» os «emaki», rolos de papel ou seda com narrativas ilustradas, surgidos no séc. VIII. No entanto, de acordo com a investigadora norte-americana Tara M. McGowan, a sua origem é (muito) mais recente.
Terá surgido da remistura de diversos dispositivos: os «emaki» japoneses, mas também a «lanterna mágica» e o teatro de papel ocidentais.

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Apresento-vos a Camila!

A Camila anda muito satisfeita com a sua nova missão.

A Camila – uma gralha-de-bico-vermelho – é a mascote da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Porto de Mós para o Pré-Escolar e o 1º CEB. «Nasceu» em Outubro de 2009 e, desde então, já acompanhou os professores bibliotecários em centenas de sessões de promoção da leitura nos vários JI e EB1.
Depois de uma das turmas lhe ter arranjado um namorado, a Camila casou. Este ano, nasceu a Lola, a filha da Camila e do Camilo.
Toda a família está empenhada em ensinar à Lola muitas coisas sobre os livros, nomeadamente, como é que estes se fazem. Também os alunos das 72 turmas das EB1 e JI do Agrupamento andam a fazer os seus livros. Nesta imagem está o texto «escrito» pelos meninos do JI da Corredoura utilizando pictogramas.
Como se pode ver, a Camila anda muito satisfeita com esta nova missão!